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Startup Weekend Women de João Pessoa

A vinculação e o interesse dos sócios da Novarth pelo empreendedorismo feminino de base tecnológica é antiga. Por isso, não poderíamos perder de forma alguma o primeiro Startup Weekend Women do Brasil #SWWJampa, organizado em João Pessoa. Um final de semana inteiramente dedicado às mulheres empreendedoras com o desafio de transformar uma boa ideia de negócio em uma startup viável em 54 horas. O evento contou com uma equipe de mulheres fantásticas que atuaram como mentoras voluntarias. Teve a participação de empresárias e empreendedoras locais, com idades e experiências de vida muito diferentes. O SWWJampa foi ainda exemplo de integração de várias gerações, que trabalharam juntas em equipes muito mas diversificadas que em qualquer outro evento de empreendedorismo tecnológico do qual nós da Novarth tínhamos participado antes. Foi um desafio com resultados muito interessantes: projetos conectados com necessidades reais dos futuros clientes de cada negócio, como o vencedor Ñcontém, um marketplace de alimentos saudáveis para pessoas intolerantes a lactose e glúten. O Ñcontém foi desenvolvido por uma equipe exclusivamente de mulheres, que deram show no picht final, cativando o juri, que contou com a presença destacada de Martha Gabriel, especialista em marketing digital, inovação e educação. Uma das ferramentas mais utilizadas habitualmente nos Startup Weekends, é o “Canvas” do modelo de negócio, desenvolvido originalmente pelo Alex Osterwalder e divulgado internacionalmente a partir da publicação em 2010 do livro Business Model Generation. A utilização do Business Canvas é sempre peça fundamental no trabalho das equipes para desenvolver o modelo de negócio. No SWW de João Pessoa, substituímos o tradicional Canvas pelo Lean Canvas. O Lean Canvas, é uma ferramenta de gestão que adapta o Canvas ao método Lean startup no desenvolvimento de um produto ou empresa. O Business Model Canvas (BMC) permite a criação de um esboço de negócio, a partir de nove blocos de construções de atividades, focando no gerenciamento estratégico e operacional, além de planos de marketing. O Lean Canvas,  foi proposto por Ash Maurya, fundador da startup Spark59 e autor do livro Running Lean. O mapa visual do Lean Canvas é formado por blocos definidos no Business Model Canvas, porém Ash Maurya adicionou quatro blocos para permitir a concepção de um modelo de negócio adaptado ao ambiente de uma startup. Além da criação de novos blocos, Ash omitiu três elementos do Business Model Canvas, a fim de adequar melhor o Lean Canvas ao contexto de Lean Startup: Principais atividades e recursos, Relacionamento com o cliente e Rede de parceiros.  Os novos blocos adicionados no Lean Canvas são: Problema: Foi incluído pela necessidade essencial de entender o problema que se quer resolver em um primeiro momento, com a finalidade de não investir recursos em produtos que não satisfaçam a demanda existente. Solução: Uma vez que o problema foi reconhecido, o próximo passo é desenvolver uma solução viável para este problema (minimum viable product ou MVP). Métricas chave:  As métricas incluem a gama de produtos ou serviços que a startup quer fornecer. Vantagem competitiva: Identificação do valor diferenciado da startup que não pode ser facilmente copiado ou comprado.     Esperamos participar proximamente de eventos tão empolgantes como este...

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Novarth na School of Life

Novarth na School of Life

  A School of Life ou “Escola da vida” numa tradução literal, tem na verdade, pouco de escola e muito de vida. Como eles próprios se definem, “a escola oferece maneiras radicais para nos ajudar a explorar a riqueza do conhecimento humano”. A busca por significado e conteúdo, tem pautado os trabalhos da Novarth, no que chamamos de curadoria de conhecimento. Nossos seminários e trabalhos de consultoria sempre tem como foco, a realização pessoal e o autoconhecimento. Afinal, como escreve Roman Krznaric, autor editado pela School of Life, “queremos seguir os atrativos cintilantes do dinheiro e do status, ou queremos ser guiados por nossos valores, talentos e paixões em nossa busca por sentido?”. Criatividade e inovação fazem parte do DNA da Novarth. A partir de janeiro deste ano, mergulhamos num período de “busca sabática”, em diversas partes do mundo, trazendo soluções que serão compartilhadas em nosso ambiente web e em nossos cursos e seminários. Nesta jornada que mistura inovação, arte e recursos criativos para os seres humanos, fomos parar em Londres onde, literalmente descemos aos porões da criatividade, na casa de número 70 da Marchmont Street no bairro de Bloomsburry, no centro da cidade.   Ali, pudemos discutir de forma coletiva, com a instrutora Cathy Haynes, e uma turma de quase vinte participantes, quais os principais agentes do pensamento criativo. O que desperta a criatividade numa pessoa? Clima, companhia, hábitos e paixões influem no nosso pensamento criativo? Como podemos aplicar no nosso dia a dia, criatividade para uma vida mais inovadora e feliz?     A “TAM Linhas Aereas” esteve lá para comprovar e registrou parte do evento. Não percam o vídeo!     Nos próximos post, voltaremos com mais novidades  🙂...

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A busca da felicidade no trabalho

Muito se tem falado ultimamente de felicidade, de como ter uma vida com propósito e de como conseguir o equilíbrio pessoal e profissional numa nova fase criativa e cheia de sentido. Aqui na Novarth confessamos que este é nosso tema favorito. Como inovar e tomar decisões que nos levem a vidas e trabalhos mais apaixonantes, criativos, e com oportunidades para conseguir o desenvolvimento integral que tanto ansiamos? Podemos enfrentar a tarefa e mergulharmos na questão desde vários pontos de vista, além da leitura de pilhas de livros de autoajuda que às vezes só nos geram mais frustração ao não conseguirmos implementar as mudanças que pregam.  Aqui na Novarth estamos aprofundando alguns insights bem interessantes que vamos compartilhar com vocês nos próximos artigos.  Entre eles a Psicologia Positiva de Seligman, a noção do fluxo de Mihaly Csikszentmihalyi e o conceito de trabalho e felicidade de William Morris (muito atual quase 200 anos depois!). Mas hoje o destaque é para as Escolas de Negócios que tem feito da busca da felicidade  (sim, felicidade!) novo tema para cursos e programas.  Algumas delas já falam da importância da felicidade no trabalho com todo o rigor que demandam executivos e dirigentes (nada que ver com autoajuda…). Tanto assim que o tema obteve grande destaque num artigo publicado no Financial Times no mês de maio de 2013, do qual traduzimos algumas ideias aqui. Lee Newman, Decano de Inovação e Comportamento da IE Business School, na Espanha, trata a felicidade como “sentido ou significado”. Já a Ross School of Business de Michigan nos Estados Unidos prefere falar de “florescimento humano“.   Christie Schollon da Singapore Managament University fala do “bem-estar subjetivo“. Todos eles concordam em que a felicidade dá um bom senso de organização. Além disso, as empresas e os indivíduos responsáveis pelo design de políticas e programas tem que levar em conta o fator felicidade, se quiserem promover uma economia mais forte e empresas com mais lucros e benefícios. Segundo a psicóloga e professora Schollon: “Pesquisas mostram que pessoas felizes fazem mais dinheiro, são mais saudáveis (tem menos dias de licença médica) e são mais criativas na solução de problemas. Isso mostra, ainda que só por objetivos comerciais, que a promoção da felicidade na organização pode significar maior ganho financeiro“. Algumas dicas rápidas que estes professores dão para executivos e gestores são: – Nunca subestime o valor dos relacionamentos. “Quanto mais você promova as condições para que as pessoas construam laços e relações de boa qualidade, mais incrementará sua felicidade”, diz o professor Dutton. – Adote um programa de desenvolvimento gerencial baseado nos pontos fortes. “Quando as pessoas trabalham constantemente nas suas fraquezas, não se sentem bem“, diz o professor Newman. Este ponto nos lembra muito as teses defendidas pelo Prof. Seligman no seu livro Felicidade Autêntica que vamos tratar aqui no blog da Novarth proximamente. – Promova o respeito ao equilíbrio entre trabalho e vida pessoal de seus empregados. “As pessoas mais felizes são aquelas com fortes relações sociais“, diz a professora Schollon. Os programas de MBA tradicionalmente vêm treinando os alunos sobre como alcançar vantagens competitivas e tecnológicas, mas isso é o suficiente? No Instituto de Empresa na Espanha consideraram que não e lançaram um Mestrado Executivo em Liderança Positiva e Estratégia. O programa tem módulos de cinco semanas e uma duração de 13 meses e inclui meditação e yoga além de reviravoltas sobre questões tradicionais. O corpo docente do programa inclui especialistas em Design Thinking como Jeanne Liedtka e renomados escritores sobre felicidade como Srikumar Rao. O programa se concentra em como implementar as mudanças. “Nas escolas de negócios se ensina “o quê “e “como”, mas se esquece do que você é capaz“, disse o professor Newman. A implementação de uma liderança positiva é uma situação “win-win”, na qual todos ganham: funcionários mais felizes e melhores resultados para as empresas. Concordamos plenamente com a importância...

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Desafio: Ser Empreendedor

  Saindo do forno apresentamos a nova oficina da Novarth dirigida a jovens ousados com vontade de mudar o mundo! Escolas, associações, centros de formação ou congressos e eventos interessados em realizá-la, entrem em contato para agendamento. Será um momento de criatividade inesquecível! Mais detalhes, na apresentação...

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